Comunicação Interna em 2026: insights que vão guiar seu planejamento de comunicação

À medida que as organizações enfrentam cenários cada vez mais dinâmicos e desafiadores, a Comunicação Interna deixa de ser um suporte operacional para assumir um papel estratégico na construção de culturas engajadas e coerentes. Essa transformação é evidenciada pelo Relatório Diálogos Supera 2025, que reúne aprendizados e tendências discutidos por 91 lideranças e mais de 3.800 profissionais em seis encontros realizados em capitais brasileiras: São Paulo (SP), Fortaleza (CE), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR) e Salvador (BA). O documento, estruturado em sete capítulos, oferece uma visão abrangente sobre os temas que devem orientar o planejamento de 2026. Confira! 1. Comunicação em recursos humanos e a construção de culturas saudáveis A área de RH evoluiu de processos transacionais para experiências humanas baseadas em propósito e cultura. Logo, relações autênticas exigem transparência, confiança e proximidade, além de uma comunicação clara afim de fortalecer vínculos, promover respeito e construir diálogos saudáveis entre pessoas e empresas. 2. A comunicação interna com o time de Operação A comunicação interna enfrenta desafios crescentes diante da complexidade organizacional e da diversidade de públicos. Em vez de desistir, há oportunidades para tornar o trabalho mais relevante, com linguagem clara, segmentação e alinhamento entre liderança e operação. 3. O papel da liderança comunicadora A liderança é peça-chave na comunicação interna, mas não nasce pronta para isso. Afinal, muitos líderes vêm da área técnica e enfrentam expectativas irreais. Portanto, é preciso apoiar com competências como escuta ativa, comunicação não violenta e leitura de contextos para engajar equipes diversas. 4. Marca empregadora e a experiência do colaborador A construção de uma marca empregadora forte exige autenticidade e prática diária, não apenas discurso. Experiência do colaborador, clima, liderança e reconhecimento moldam pertencimento, pois quando vivenciam o EVP e atuam como porta-vozes, reforçam vínculos e humanizam a comunicação. 5. Inteligência Artificial e tecnologia na comunicação interna A tecnologia redefine a comunicação interna, trazendo automação, IA e análise de dados, enquanto o comunicador assume o papel consultivo para alinhar cultura e comportamento. 6. Mensuração de resultados e o fortalecimento da Comunicação Interna A comunicação interna evoluiu para um papel estratégico, exigindo mensuração que vá além de métricas de vaidade. Conectar dados à cultura e resultados, usar IA e indicadores de negócio fortalece decisões e prova impacto real, posicionando a área como agente estratégico. 7. Comunicação interna em ESG A comunicação interna deixou de ser apenas informativa para atuar como vetor estratégico, alinhando ESG, transparência e engajamento. Integrada às áreas técnicas, ela fortalece cultura, confiança e propósito coletivo, tornando-se essencial para futuros corporativos sustentáveis. Por que isso importa para 2026? Mais do que conceitos, são práticas aplicadas e reflexões maduras sobre como a comunicação pode gerar impacto real. Os insights do Relatório Diálogos Supera 2025 revelam movimentos concretos dentro das organizações: a CI deixou de ser acessória para se tornar direção. Planejar 2026 exige clareza, propósito e inteligência, atributos que só se consolidam quando a comunicação é estratégica. Em síntese, empresas que investirem em comunicação humanizada, liderança ativa, tecnologia e integração com ESG estarão mais preparadas para enfrentar os desafios atuais. A CI é, hoje, um dos principais instrumentos para construir culturas fortes e engajadas. Quer ver esses temas com muito mais profundidade? Baixe o relatório!
Arquitetura de canais: 3 cases que transformaram a Comunicação Interna
Por que a arquitetura de canais é essencial para empresas? A comunicação interna é um dos pilares mais estratégicos para engajar colaboradores e fortalecer a cultura organizacional. Quando os canais são desestruturados, lentos ou pouco atrativos, surgem problemas como falta de alinhamento, baixa percepção da liderança e aumento da comunicação informal. Arquitetura de canais é a solução: um ecossistema planejado que organiza fluxos, define papéis e garante que cada mensagem chegue ao público certo, no momento certo. Confira, a seguir, a aplicação prática de alguns dos nossos diagnósticos que resultaram em arquitetura de canais. Case 1: Hapvida – comunicação integrada para engajamento Desafio: o diagnóstico revelou baixa comunicação da liderança, falta de celebração de conquistas e canais fragmentados. Solução: Newsletter semanal, com principais notícias; Portal e app centralizando as informações com editorias específicas; Vídeos mensais com o presidente, reforçando a cultura e a estratégia; Murais para públicos sem acesso digital. Resultado: mais agilidade, fortalecimento da cultura e redução da comunicação informal por meio da arquitetura de canais. Case 2: Seguros Unimed – design e agilidade para engajar Desafio: tornar a comunicação mais visual, rápida e adaptada à rotina dos colaboradores. Solução: Newsletter semanal com até sete notas curtas; Disparos via WhatsApp para colaboradores e liderança; Rede social corporativa com cabeçalhos personalizados; Vídeos informativos curtos com vinheta padronizada; Identidade visual orgânica e selos para reforçar a marca. Resultado: padronização, dinamismo e maior proximidade entre liderança e equipes. Case 3: Ypê – comunicação integrada para fortalecer cultura Desafio: integrar campanhas e canais para reforçar valores e engajar colaboradores. Solução: Arquitetura de canais alinhada às campanhas institucionais; Peças visuais consistentes para newsletters, murais e redes sociais internas; Fluxo de comunicação simplificado para reduzir ruídos e aumentar alcance. https://superacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2025/12/27076_Case_planejamento-de-canais_ype_03_GIF.mp4 Resultado: fortalecimento da identidade corporativa e maior percepção de pertencimento. Principais aprendizados dos três cases Diagnóstico é essencial: entender dores e expectativas antes de propor soluções. Diversidade de canais: combinar digital, presencial e impresso amplia alcance. Design importa: layouts atrativos aumentam o engajamento. Liderança como protagonista: quando ela comunica, a cultura se fortalece. Quer implementar uma arquitetura de canais na sua empresa? Comece pelo diagnóstico, defina objetivos claros e construa um ecossistema que faça sentido para sua cultura. Comunicação estratégica é sobre pessoas, e pessoas merecem clareza, agilidade e conexão. Como a Supera pode ajudar sua empresa? Na Supera Comunicação, acreditamos que comunicação estratégica é sobre pessoas. Por isso, desenvolvemos diagnósticos completos e arquiteturas de canais personalizadas para cada realidade corporativa. Se sua empresa precisa engajar colaboradores, fortalecer cultura e ganhar agilidade, nós podemos ajudar com: Diagnóstico de comunicação interna; Planejamento e arquitetura de canais; Criação de identidade visual e conteúdos atrativos; Implementação e acompanhamento dos resultados. Fale com a gente e descubra como transformar sua comunicação interna em um diferencial competitivo.
Infoxicação nas empresas: como o silêncio consciente no endomarketing fortalece a cultura e melhora os resultados

A infoxicação (sobrecarga de informações) é apontada por pesquisas como um dos maiores inimigos da atenção, do engajamento e da saúde mental nas empresas. Não se trata de comunicar mais, mas de comunicar melhor: unir silêncio consciente, comunicação assíncrona e segmentação para reduzir ruído, ampliar clareza e fortalecer a cultura. 1. Por que a infoxicação afeta a sua empresa? Infoxicação dói na operação e na cultura. Estudos indicam que 38% dos funcionários consideram excessivo o volume de comunicações internas, gerando fadiga, decisões piores e desengajamento. Além disso, excesso de canais e interrupções derruba a produtividade e aumenta a intenção de saída. No Brasil, cresce a discussão sobre direito à desconexão , com decisões judiciais que alertam para os riscos da hiperconexão e da cultura “sempre on-line”. Políticas internas que limitem notificações fora do expediente e definam janelas de silêncio reduzem riscos jurídicos e protegem o bem-estar. 2. Impacto da infoxicação na saúde mental Segundo a ONU Brasil , os benefícios por incapacidade temporária associados à saúde mental no trabalho mais que dobraram no último biênio, passando de 201 mil em 2022 para 472 mil em 2024 (aumento de 134%). Entre os casos, destacam-se afastamentos por estresse (28,6%), ansiedade (27,4%) e episódios depressivos (25,1%). Ambientes de trabalho precisam prevenir riscos psicossociais (carga informacional, assédio, sobrecarga), treinar gestores e adotar intervenções organizacionais para a saúde mental: temas diretamente conectados à forma como comunicamos internamente. Tradução prática: silêncio consciente = menos ruído, mais cuidado e propósito. Em endomarketing, isso se expressa na cadência, nos canais, no tom e no respeito a pausas. 3. Sinais de que sua empresa está sofrendo de infoxicação interna 4. Como aplicar o silêncio consciente no endomarketing? 4.1. Menos é mais: relevância + segmentação Planeje antes de enviar. Se não há ganho claro para o colaborador, não dispare a mensagem. Use segmentação por área, função ou turno para reduzir ruído. 4.2. Comunicação assíncrona por padrão Migre os conteúdos informativos para canais de comunicação assíncrona (documentos, posts na intranet e vídeos curtos) e preserve o tempo síncrono para decisões e conexão humana. Isso reduz as interrupções e melhora o foco. 5. Práticas para reduzir a infoxicação nas empresas Ideias para aplicar no próximo ciclo de planejamento de comunicação interna: 6. Perguntas frequentes (e respostas francas) Se comunicarmos menos, a cultura não enfraquece? Não. Cultura se fortalece com mensagens claras e humanas, e não com excesso. E novidade urgente? Urgente segue rito síncrono com pauta objetiva. Mudanças devem ter FAQ e tempo para leitura, reduzindo ansiedade e boatos. Como evitar risco trabalhista? Crie política de desconexão, configure horários sem notificação e treine líderes. 7. Conclusão Planejar canais com foco em desinfoxicação é uma escolha ética e estratégica. É sobre criar ambientes onde as pessoas respiram, entendem e se conectam com o que realmente importa. Se sua empresa está pronta para transformar a forma como se comunica por dentro, nós podemos ajudar. Com diagnóstico, arquitetura de canais, política de silêncio e capacitação de líderes, entregamos um plano que respeita a atenção e fortalece a cultura. Queremos ajudar sua empresa a diminuir ruído, aumentar clareza e cuidar da saúde da sua cultura. Fale com a gente!
Desinformação nas empresas e o papel do ESG na comunicação interna

A desinformação é hoje o maior risco para a sociedade no curto prazo, segundo o Relatório de Riscos Globais do World Economic Forum. E o Brasil está entre os países mais vulneráveis: a pesquisa “Truth Quest”, da OCDE, revelou que os brasileiros acertam, em média, apenas 54 de cada 100 notícias em termos de veracidade. Mas como Desinformação, ESG e Comunicação Interna estão conectados? A desinformação tem um impacto potencialmente adverso sobre os indivíduos e a sociedade. E esse cenário afeta diretamente as empresas – não só em sua reputação externa, mas também na forma como se comunicam internamente. A especialista Tamara Natale, parceira da Supera Comunicação, alerta que greenwashing, métricas frágeis e narrativas desconectadas da prática alimentam esse ecossistema de desinformação, minando a confiança nas marcas. 1. O que o “S” do ESG tem a ver com isso? A boa gestão da sustentabilidade se faz por meio do engajamento dos stakeholders. E o pilar Social (S) do ESG trata da relação das empresas com as pessoas – colaboradores, comunidades, consumidores e sociedade em geral. E essa relação é profundamente afetada pela forma como a empresa comunica, escuta e age. Aqui estão formas práticas de como o Social se conecta com o combate à desinformação: a) Letramento digital e midiático Promover a educação dos colaboradores sobre como identificar fontes confiáveis, reconhecer fake news e entender o impacto da desinformação no ambiente corporativo. ➡ Exemplo: workshops internos sobre competências midiáticas, leitura crítica de notícias e informações de ESG. b) Transparência na comunicação Evitar jargões, exageros e promessas não sustentadas por ações reais. A comunicação interna deve ser clara, honesta e alinhada com as práticas da empresa. A boa comunicação não trata apenas de dados positivos, mas expõe também as oportunidades de melhoria. ➡ Exemplo: relatórios internos de sustentabilidade com dados auditáveis e linguagem acessível. c) Coerência entre discurso e prática Como a Tamara destaca, reputação depende de coerência e de transparência. O que é dito precisa refletir o que é feito – especialmente em temas sensíveis como diversidade, inclusão e impacto social. ➡ Exemplo: se a empresa comunica apoio à equidade de gênero, isso deve se refletir em políticas internas, indicadores de representatividade e, principalmente, nas ações de todos os colaboradores, inclusive da liderança. d) Escuta ativa e canais de diálogo Criar espaços seguros onde os colaboradores possam questionar, sugerir e debater temas relevantes, inclusive sobre ESG e comunicação institucional. ➡ Exemplo: fóruns internos sobre práticas sustentáveis e ética corporativa. 2. A parceria especializada em ESG Sustentabilidade não se faz de forma isolada. Logo, boas parcerias são aquelas que ajudam as empresas a combater a desinformação com inteligência e responsabilidade. Essa atuação fortalece o pilar Social do ESG ao promover uma cultura organizacional baseada em confiança, criticidade e impacto positivo. Especialista em ESG e comunicação estratégica, Tamara Natale evidencia a importância de alinhar discurso e prática para evitar que marcas caiam na armadilha da cultura “faker”. 3. Conclusão: ESG como resposta à crise de confiança Em tempos de desinformação, o ESG – especialmente o pilar Social – oferece caminhos concretos para construir, reconstruir e sustentar a confiança de todos os stakeholders. E tudo começa dentro da empresa, com ações reais, rastreáveis e mensuráveis, e com uma comunicação interna que valoriza a verdade, a coerência e o engajamento. Como Tamara afirma: “Mais do que nunca, reputação e legitimidade dependem de coerência. Ao permitir que os colaboradores questionem as informações apresentadas, reflitam sobre suas origens e entendam o real significado das ações e iniciativas, as empresas abrem espaço para o pensamento crítico, promovendo não apenas uma maior resiliência à desinformação, mas uma compreensão mais profunda de questões complexas, como as mudanças climáticas.” Na Supera Comunicação, acreditamos que a transformação começa por dentro – com escuta ativa, transparência e coerência. Junto com especialistas como Tamara Natale, ajudamos marcas a construírem narrativas legítimas e ambientes organizacionais mais críticos e confiáveis. Quer saber como aplicar isso na sua empresa? Fale com a Supera e descubra como a comunicação pode ser sua aliada na construção de confiança e impacto positivo. Artigo inspirado no post original de Tamara Natale em seu perfil pessoal do LinkedIn
Como descomplicamos a LGPD com criatividade

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) é um tema recorrente nas empresas — e, justamente por isso, corre o risco de cair na repetição. A cada ano, campanhas internas tentam renovar o discurso, mas poucas conseguem dar uma cara nova a um assunto tão presente no cotidiano corporativo. Mas e se ela virasse um filme? Foi exatamente isso que a Supera Comunicação fez ao desenvolver uma campanha interna para a Neoenergia: transformar a LGPD em uma experiência cinematográfica, criativa e educativa — com direito a sessão de cinema, cartazes de filmes fictícios e cookies premiados. Neste artigo, você vai conhecer os bastidores dessa ação criativa, os resultados esperados e como ela pode inspirar outras empresas a comunicar temas complexos com mais empatia e impacto. Engajar sem sobrecarregar A Neoenergia planejava realizar o tradicional Mês LGPD, mas a Supera sugeriu uma duração mais enxuta e estratégica: uma semana especial, com ações diárias e alto impacto. A ideia era evitar a infoxicação — excesso de informação que gera desinteresse — e garantir que cada mensagem fosse absorvida com clareza. Objetivo: Conscientizar sobre a LGPD com criatividade, de forma acessível, divertida e memorável. LGPD com criatividade A campanha foi inspirada no universo do cinema, com o mote “Você em Cena”. A ideia era mostrar que cada colaborador é protagonista na proteção de dados. A LGPD virou roteiro, e o dia a dia corporativo, o palco. E nossa mensagem-chave foi transmitida: não basta assistir ao filme — é preciso atuar! Ações de Destaque Resultados Esperados Por que esse case merece destaque?
Profissionais 50+: como a experiência e a diversidade etária fortalecem a cultura organizacional

Em um mercado de trabalho cada vez mais voltado para inovação e diversidade, os profissionais com mais de 50 anos têm se destacado como ativos estratégicos. Este artigo explora como a valorização da diversidade etária fortalece a cultura organizacional e impulsiona os resultados sustentáveis. Profissionais 50+: talento que não envelhece Menos nascimentos e mais longevidade: o Brasil está envelhecendo. Mas essa não é uma exclusividade brasileira. Segundo a OMS, entre2015 e 2050, a proporção da população mundial com mais de 60 anos vai passar de 12% para 22%. Infelizmente, 7 em cada 10 empresas acreditam que os mais velhos não acompanham as transformações tecnológicas, mas os dados mostram o contrário. Segundo Milton Beck, diretor-geral do LinkedIn para América Latina e África, ser descartado por causa da idade representa um desperdício de talento e um desafio econômico para a sociedade. Ele reforça que o futuro do trabalho pertence àqueles que continuam aprendendo e contribuindo, independentemente da idade. De acordo com o Valor Econômico, profissionais 50+ demonstram maior fidelidade às empresas, além de serem mais satisfeitos com o trabalho do que os colegas mais jovens. A estabilidade e os vínculos interpessoais são fatores decisivos para essa permanência. “Os profissionais 50+ se destacam pela experiência acumulada, adaptabilidade a novas tecnologias, habilidade de liderança e capacidade de lidar com mudanças”, destaca a especialista Serli Szvarça, da ABRH-PR. Essas qualidades reduzem custos com recrutamento e aumentam o comprometimento. Ou seja, é preciso considerar a experiência e a adaptabilidade como vantagens competitivas. Conclusão Valorizar profissionais 50+ é mais do que uma tendência — é uma estratégia inteligente. Eles trazem estabilidade, sabedoria e diversidade, elementos fundamentais para empresas que desejam crescer com responsabilidade e inovação. E onde a Comunicação Interna entra nessa história? Na Supera, acreditamos que a diversidade etária é um pilar essencial para fortalecer a cultura organizacional. Nossa experiência em Comunicação Interna e Cultura nos permite apoiar empresas na construção de ambientes inclusivos, onde profissionais 50+ são reconhecidos como agentes de estabilidade, inovação e sabedoria. Ajudamos organizações a: Ao integrar esses profissionais de forma estratégica, as empresas não apenas promovem inclusão, mas também ganham em produtividade, retenção de talentos e reputação. A experiência não tem idade — e a cultura organizacional só tem a ganhar com isso. Fale com a Supera para nós criarmos trabalhos que inspiram para a sua empresa.
Como inovar na comunicação de Compliance para engajar e transformar?

Nos últimos anos, a inteligência artificial (IA) teve avanços significativos e se consolidou como uma tecnologia presente em diversos setores, impulsionando a transformação digital e gerando novas oportunidades. Ferramentas como ChatGPT, Midjourney e DALL·E 2 ganharam popularidade rapidamente, demonstrando a capacidade de gerar textos, imagens e outros conteúdos de forma autônoma. Era uma novidade que não saía da boca do povo — e foi justamente esse movimento que inspirou a CBA a inovar na comunicação de Compliance. Uma nova abordagem para o Compliance corporativo A Compliance Week, evento anual já consolidado na empresa, ganhou uma nova roupagem com o tema “Compliance DigitAll: dilemas da atuação ética na Era da Informação”. A proposta foi transformar o conteúdo em experiências que conectassem ética, tecnologia e cotidiano, tornando o tema mais acessível, estratégico e engajador para todos os públicos da organização. Engajamento com criatividade e estratégia A campanha foi estruturada em três momentos — pré-evento, durante e pós-evento — com ações criativas e interativas que exploraram diferentes canais e formatos. Entre os destaques: Essas iniciativas ajudaram a desmistificar o tema de compliance, mostrando que ele está presente em pequenas atitudes do dia a dia e pode ser comunicado de forma leve, envolvente e eficaz. Resultados e impacto organizacional O resultado foi uma participação expressiva dos colaboradores, maior entendimento sobre os dilemas éticos no ambiente digital e o fortalecimento da cultura de integridade na organização. Mais do que um evento, a Compliance Week se consolidou como uma plataforma de aprendizado contínuo e conexão com os valores da empresa. Quer inovar na sua comunicação de Compliance? Se você também acredita que é possível falar de Compliance de forma inovadora, criativa e estratégica, fale com a gente. Podemos construir juntos uma campanha que engaje, eduque e transforme.
Mensagens autênticas e confiáveis na Comunicação Interna: uma ferramenta contra a desinformação

Em um cenário corporativo marcado pela velocidade da informação e pela crescente digitalização dos processos, a Comunicação Interna assume um papel estratégico na construção de ambientes organizacionais saudáveis e produtivos. Mais do que transmitir comunicados, ela deve ser capaz de criar mensagens autênticas e confiáveis. Isso gera conexão, engajamento e alinhamento entre colaboradores e liderança. No entanto, a proliferação de ruídos, boatos e informações distorcidas — muitas vezes impulsionadas por canais informais — representa um desafio significativo para as empresas. Neste contexto, autenticidade e confiança emergem como valores essenciais para fortalecer a cultura organizacional e garantir que o discurso corporativo seja percebido como legítimo e coerente. Este artigo propõe uma reflexão sobre como o RH e a CI podem atuar de forma integrada para combater a desinformação, promover mensagens autênticas e consolidar uma cultura organizacional baseada na confiança. 1. O que é autenticidade na comunicação organizacional Em entrevista ao portal Meio & Mensagem, Guy Kawasaki, conselheiro da Apple Inc, disse: “Se quer uma melhor imagem, trate de começar com uma melhor realidade”. Isso porque a autenticidade na comunicação organizacional vai além da simples transmissão de informações corretas. Ela está relacionada à coerência entre o discurso e a prática. De acordo com Vitor Morais, Diretor de Planejamento e Conteúdo na Supera Comunicação, a autenticidade é mais do que apenas transparência, consistência, empatia e escuta ativa. “Ela envolve criar mensagens que realmente conectem com as pessoas, usando narrativas envolventes, técnicas como storytelling, e dando voz a diferentes pessoas dentro da empresa — não apenas à comunicação institucional. É sobre usar uma linguagem mais próxima do dia a dia, criativa e inspiradora, que se destaque da comunicação tradicional e gere identificação genuína”, afirma. Quando a comunicação é autêntica, os colaboradores percebem que há verdade nas mensagens, o que fortalece o vínculo com a empresa e aumenta o engajamento. Isso é especialmente importante em tempos de mudança, com reestruturações, fusões ou crises, quando a confiança pode ser abalada. Organizações que cultivam a autenticidade em sua comunicação tendem a construir culturas mais fortes, com maior senso de pertencimento e propósito entre os colaboradores. 2. A confiança como ativo estratégico A confiança é um dos pilares mais valiosos dentro de qualquer organização. Ela não apenas sustenta relacionamentos interpessoais saudáveis, mas também influencia diretamente o desempenho, o engajamento e a retenção de talentos. Em um ambiente corporativo, a confiança se constrói — ou se perde — por meio da comunicação diária, das atitudes da liderança e da coerência entre o que a empresa diz e o que efetivamente pratica. No contexto da Comunicação Interna, a confiança se manifesta quando os colaboradores sentem que podem contar com a veracidade das informações recebidas, que suas vozes são ouvidas e que há transparência nos processos decisórios. A Haze Shift, uma consultoria de inovação e design estratégico, acredita que a confiança é fator fundamental para a inovação. Pois quando a confiança está presente, há maior abertura para o diálogo, mais colaboração entre as equipes e um ambiente propício à inovação. O papel do RH e da liderança é fundamental nesse processo. São eles os principais agentes de influência na cultura organizacional e os responsáveis por garantir que a comunicação seja clara, empática e alinhada aos valores da empresa. Investir em treinamentos de comunicação, promover espaços de escuta ativa e manter canais abertos para feedback são algumas das estratégias que fortalecem esse ativo intangível, mas essencial. Além disso, a confiança é um fator de proteção em momentos de crise. Organizações que cultivam relações de confiança conseguem atravessar períodos difíceis com mais resiliência, pois contam com o apoio e o comprometimento de seus colaboradores. 3. Desinformação no ambiente corporativo A desinformação não é um fenômeno exclusivo das redes sociais ou da esfera pública — ela também está presente dentro das organizações, muitas vezes de forma sutil, mas com impactos significativos. No ambiente corporativo, a desinformação pode surgir por meio de boatos, interpretações equivocadas, falhas na comunicação entre áreas ou até mesmo pela ausência de informações oficiais em momentos críticos. Esses ruídos comprometem a confiança dos colaboradores, geram insegurança, alimentam conflitos e podem afetar diretamente a produtividade e o clima organizacional. Quando os funcionários não têm acesso a informações claras e confiáveis, tendem a preencher as lacunas com suposições ou versões distorcidas dos fatos. Entre as principais causas da desinformação interna, destacam-se: Para combater esse cenário, é fundamental que o RH e a Comunicação Interna atuem de forma proativa, garantindo que as mensagens cheguem de forma compreensível e acessível a todos os públicos da organização. Além disso, é essencial criar uma cultura de verificação e responsabilidade, na qual todos se sintam corresponsáveis pela qualidade da informação que circula internamente. 4. Estratégias para promover mensagens autênticas e confiáveis Para que as mensagens sejam percebidas como autênticas e confiáveis na Comunicação Interna é necessário mais do que boas intenções. É preciso adotar práticas consistentes e sustentáveis que envolvam todos os níveis da organização. A seguir, destacam-se algumas estratégias fundamentais: 4.1. Fortalecer os canais oficiais de comunicação Ter canais bem definidos — como intranet, newsletters, murais digitais e aplicativos corporativos — ajuda a centralizar e padronizar as informações. Isso reduz o espaço para boatos e garante que todos os colaboradores tenham acesso as mesmas mensagens, ao mesmo tempo. 4.2. Capacitar líderes como comunicadores Os líderes são os principais porta-vozes da cultura organizacional. Investir em treinamentos de comunicação para gestores é essencial para que eles saibam transmitir mensagens com clareza, empatia e alinhamento estratégico. Quando a liderança comunica com autenticidade, inspira confiança e engajamento. 4.3. Estimular a escuta ativa e o feedback A comunicação deve ser um processo de mão dupla. Criar espaços para ouvir os colaboradores — como pesquisas de clima, caixas de sugestões e rodas de conversa — fortalece o sentimento de pertencimento e permite ajustes nas mensagens com base nas percepções reais do time. 4.4. Alinhar discurso e prática Nada compromete mais a confiança do que a incoerência entre o que a empresa diz e o que ela faz. Por isso, é fundamental que as mensagens internas estejam alinhadas
Setembro Amarelo no ambiente corporativo: dicas para tratar o tema com responsabilidade

Palpitação, sensação de estar paralisado, mãos geladas, pensamentos acelerados, preocupação excessiva, dificuldade para dormir… Esses são alguns dos principais sintomas de ansiedade que muitas pessoas enfrentam no dia a dia, especialmente em ambientes de alta pressão como o trabalho. O Brasil, considerado pela OMS o país mais ansioso do mundo desde 2019, com 18,6 milhões de pessoas (9,3% da população) diagnosticadas com transtornos de ansiedade, falar sobre saúde mental no ambiente corporativo nunca foi tão urgente e necessário. Por que (ainda) precisamos falar de saúde mental? Segundo o relatório global World Mental Health Day 2024, o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial de estresse. Em 2023, o INSS concedeu 288,9 mil benefícios por incapacidade ligados a transtornos mentais – contra 209 mil em 2022. A OMS estima que 90% dos suicídios poderiam ser prevenidos com acesso adequado ao cuidado e à informação. No cenário atual de inflação, conflitos geopolíticos e pressões do dia a dia, empresas e empregadores se tornam agentes da paz quando ajudam a criar ambientes seguros para falar de sofrimento emocional. Setembro Amarelo: o que muda este ano? O movimento internacional Setembro Amarelo completará 11 anos em 2025. A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) ainda não divulgaram o tema oficial, mas em 2024, a temática foi “Se precisar, peça ajuda!” e a tendência é manter o foco em escuta ativa e acolhimento, além de facilitar o acesso ao apoio especializado. E como abordar o setembro amarelo no ambiente corporativo? Cuidar da saúde mental no trabalho é mais do que oferecer palestras, organizar rodas de conversa ou compartilhar mensagens de conscientização por e-mail em setembro. A temática envolve políticas consistentes, lideranças preparadas e um espaço no qual todas as pessoas se sintam seguras para expressar suas emoções. Pensando nisso, reunimos a seguir algumas iniciativas que as empresas devem e não devem fazer quando o assunto é bem-estar emocional dentro das organizações. DOs – Práticas recomendadas DON’Ts – Práticas a evitar Setembro Amarelo no ambiente corporativo: transforme cuidado em resultado Nós, da Supera Comunicação, podemos ajudar a sua empresa a sair do discurso e ir para a prática. Somos uma agência de comunicação e consultoria especializada, contamos com um LAB Diversidade (projeto experimental conduzido por uma equipe de colaboradores e líderes que formam o Comitê de Diversidade e Inclusão), além de profissionais experientes e expertise em práticas de cultura organizacional, gestão de pessoas e pesquisa. Afinal, cuidar das pessoas também é cuidar no seu negócio. Vamos conversar? Fontes: Organização Mundial da Saúde, Associação Brasileira de Psiquiatria, Instituto Nacional do Seguro Social, Ministério da Saúde e Great Place to Work